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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Definição da Umbanda

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A Umbanda é uma religião inserida na religiosidade cultural brasileira.
A Umbanda é estruturada, moralmente, em 3 princípios: fraternidade, caridade e respeito ao próximo.
Admite um deus gerador chamado (Zambi), que é o criador de tudo e todos.
 Seus adeptos (chamados também de "umbandistas" ou "filhos de fé") cultuam divindades denominadas Orixás e reverenciam espíritos chamados Guias.
Sua orientação espiritual ou doutrinária é feita pelos Guias - espíritos que atuam na Umbanda sob uma determinada linha de trabalho que, por sua vez, está ligada diretamente a um determidado Orixá. 
Os guias têm sapiência e consciência da natureza humana e os atributos para que essa humanidade possa evoluir e seguir por um caminho melhor.
Os guias se manifestam através da mediunidade dos médiuns, sendo a prática da incorporação a matriz do trabalho deles - ato pelo qual uma pessoa médium, inconsciente, consciente ou semi-consciente, permite que espíritos falem através de seu corpo físico e mental.
Os guias possuem diversos arquétipos pelos quais se apresentam através da incorporação. 
Cada arquétipo está ligado a uma determinada Linha Espiritual. 
*
Como exemplos desses arquétipos podemos citar:
Pretos-velhos;
Caboclos;
Baianos;
Boiadeiros;
Crianças;
Exus e Pomba-giras, entre outros.
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Os arquétipos são roupagens utilizadas pelos guias para se apresentarem nos terreiros e não espíritos que, necessariamente, tenham sido escravos, índios ou crianças, embora existam aqueles que realmente o foram.
Cada terreiro ou conglomerado de terreiros têm a sua forma de interpretar e manifestar a Religião de Umbanda. São diversos ritos que diferem de casa para casa. 
Alguns utilizam atabaques, já outros, não utilizam tais instrumentos, preferindo somente o ritmo das palmas e o cântico dos pontos cantados.
De maneira geral, toda gira de Umbanda inicia-se como o processo de defumação - elemento característico de quase todas as giras - que consiste na queima de ervas e essências, com a finalidade de limpeza da matéria e do espírito, e do ambiente do terreiro antes do início da sessão e do trabalho das entidades que ali estarão. 
Normalmente as giras se iniciam com os pontos cantados, defumação e a incorporação.
As giras variam de casa para casa e podem ser de atendimento e/ou de desenvolvimento, específicas para cada grupamento de entidades, ou seja, gira de pretos-velhos, de caboclos, de crianças etc.
Nas giras de atendimento os médiuns incorporados pelos seus guias (pretos-velhos, caboclos, crianças etc), procedem ao atendimento espiritual ao público, em que todos são convidados a se consultarem com um guia e/ou a tomar um "passe".
Nas giras desenvolvimento, os médiuns da casa são desenvolvidos pelos guia chefe da casa ou por outros guias mais experientes, para o trabalho espiritual.
 O desenvolvimento (que também varia de casa para casa) consiste em "chamar" o guia do médium e "firmá-lo" nesse médium até que ele, o guia, possa incorporar sem a necessidade da ajuda de um guia mais experiente. 
Durante o processo de desenvolvimento, os médiuns passam por diversos rituais, como: amacis, boris, deitadas etc. 
Os quais são fundamentados e variantes para cada forma de Umbanda existente.
*
Fonte de Pesquisa:
Wikipédia
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Deixar bem claro que é uma pesquisa, qualquer erro de definição, por favor me diga que acrescentarei aqui com os devidos créditos.
Todos somos iguais, por isso o respeito entre todos nós deve ser regra geral de uma boa educação, como eu sempre digo : isso aprendemos ainda pequenos, todo indivíduo que não sabe respeitar seja qual for a opção de seu semelhante, deve fazer uma reflexão interior muito grande,pois aquilo que tememos ou criticamos, geralmente é aquilo que desejamos.
Sejam sempre muito Bem Vindos!
Bjos!

Guias da Umbanda

*
Guias são os espíritos que trabalham nas diversas ramificações da Umbanda e Omolokô.
 Esses espíritos incorporam nos médiuns para poder realizar seu trabalho caritativo, assim como, dar orientações, executarem trabalhos de contra-magia e outros. 
Sempre em benefício dos viventes e desencarnados, trabalhando para o bem.
São também os colares usados pelos médiuns durante as giras, variando a cor conforme a falange:
*
Oxalá = branco
*
Nanã = roxo
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Omolu e Obaluaê = preto e branco
*
Iemanjá = cristal azul e branco
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Oxum = azul claro
*
Iansã = amarelo
*
Xangô = marrom
*
Oxóssi = verde
*
Ogum = vermelho
*
Preto Velho = xadrez preto e branco
*
Exú = preto e vermelho
*
Estas cores podem mudar conforme a região do Brasil que se encontra. 
No Rio Grande do Sul por exemplo temos abaixo:
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Oxalá = branco
*
Nanã = roxo e branco
*
Omolu e Obaluaê = preto e branco
*
Iemanjá = azul claro e branco
*
Oxum = amarelo e branco
*
Iansã = vermelho e branco
*
Xangô = marrom e branco
*
Oxóssi = verde e branco
*
Ogum = vermelho ou vermelho com verde e branco
*
Preto Velho = azul escuro e branco
*
Exú = preto e vermelho
Na Umbanda, ao contrário do Candomblé, não se incorporam os Orixás, mas sim os falangeiros, que são emanações dos Orixás, possíveis de serem captadas pelos médiuns e neles exercem influência em seus corpos e mentes. 
O Orixá Exu é diferente do Povo de Rua, conhecidos também com Compadre de Umbanda, pois o Orixá Exu ao contrário dos Compadre não incorporam.
Os Guias têm diferentes grupamentos, formando falanges de entidades afins, de mesma característica e roupagens. 
Assim temos os seguintes grupamentos na Umbanda:
*
Principais guias
*
Pretos-Velhos
Caboclo
Crianças
Boiadeiros
Marinheiros
Iemanjá/ Oxum/ Marinheiros/ Sereinhas
Zé-Baiano/ Zé-Firmino/ Zé-Pilintra
Exús/ Pombas-Giras
Zé Pelintra/ Malandrinha/ Malandro
baiano/baiano
*
Falanges trabalhadas em outras ramificações da Umbanda
*
Baianos
Ciganos
Orientais
Mineiros
Cangaceiros
*
Fonte de Pesquisa:
Wikipédia
*
Deixar bem claro que é uma pesquisa, eu amo todas as religiões, pois todos os componentes  são seres humanos em busca de evolução, por isso no entanto são meus irmãos.
Andarilhos do Oriente deseja que possamos nos unir com nossas diferenças, pois perante a Deus somos todas iguais.
Quem faz a diferença é o homem, em sua ignorância espiritual.
Pois se Deus nos respeita, quem somos nós para desrespeitar alguém?
Espero que estejam gostando!
Sejam sempre Bem Vindos!
Bjos!

Guias da Umbanda

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Guias são os espíritos que trabalham nas diversas ramificações da Umbanda e Omolokô.
 Esses espíritos incorporam nos médiuns para poder realizar seu trabalho caritativo, assim como, dar orientações, executarem trabalhos de contra-magia e outros. 
Sempre em benefício dos viventes e desencarnados, trabalhando para o bem.
São também os colares usados pelos médiuns durante as giras, variando a cor conforme a falange:
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Oxalá = branco
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Nanã = roxo
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Omolu e Obaluaê = preto e branco
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Iemanjá = cristal azul e branco
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Oxum = azul claro
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Iansã = amarelo
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Xangô = marrom
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Oxóssi = verde
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Ogum = vermelho
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Preto Velho = xadrez preto e branco
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Exú = preto e vermelho
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Estas cores podem mudar conforme a região do Brasil que se encontra. 
No Rio Grande do Sul por exemplo temos abaixo:
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Oxalá = branco
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Nanã = roxo e branco
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Omolu e Obaluaê = preto e branco
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Iemanjá = azul claro e branco
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Oxum = amarelo e branco
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Iansã = vermelho e branco
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Xangô = marrom e branco
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Oxóssi = verde e branco
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Ogum = vermelho ou vermelho com verde e branco
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Preto Velho = azul escuro e branco
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Exú = preto e vermelho
Na Umbanda, ao contrário do Candomblé, não se incorporam os Orixás, mas sim os falangeiros, que são emanações dos Orixás, possíveis de serem captadas pelos médiuns e neles exercem influência em seus corpos e mentes. 
O Orixá Exu é diferente do Povo de Rua, conhecidos também com Compadre de Umbanda, pois o Orixá Exu ao contrário dos Compadre não incorporam.
Os Guias têm diferentes grupamentos, formando falanges de entidades afins, de mesma característica e roupagens. 
Assim temos os seguintes grupamentos na Umbanda:
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Principais guias
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Pretos-Velhos
Caboclo
Crianças
Boiadeiros
Marinheiros
Iemanjá/ Oxum/ Marinheiros/ Sereinhas
Zé-Baiano/ Zé-Firmino/ Zé-Pilintra
Exús/ Pombas-Giras
Zé Pelintra/ Malandrinha/ Malandro
baiano/baiano
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Falanges trabalhadas em outras ramificações da Umbanda
*
Baianos
Ciganos
Orientais
Mineiros
Cangaceiros
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Fonte de Pesquisa:
Wikipédia
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Deixar bem claro que é uma pesquisa, eu amo todas as religiões, pois todos os componentes  são seres humanos em busca de evolução, por isso no entanto são meus irmãos.
Andarilhos do Oriente deseja que possamos nos unir com nossas diferenças, pois perante a Deus somos todas iguais.
Quem faz a diferença é o homem, em sua ignorância espiritual.
Pois se Deus nos respeita, quem somos nós para desrespeitar alguém?
Espero que estejam gostando!
Sejam sempre Bem Vindos!
Bjos!

Guias da Umbanda

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Guias são os espíritos que trabalham nas diversas ramificações da Umbanda e Omolokô.
 Esses espíritos incorporam nos médiuns para poder realizar seu trabalho caritativo, assim como, dar orientações, executarem trabalhos de contra-magia e outros. 
Sempre em benefício dos viventes e desencarnados, trabalhando para o bem.
São também os colares usados pelos médiuns durante as giras, variando a cor conforme a falange:
*
Oxalá = branco
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Nanã = roxo
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Omolu e Obaluaê = preto e branco
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Iemanjá = cristal azul e branco
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Oxum = azul claro
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Iansã = amarelo
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Xangô = marrom
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Oxóssi = verde
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Ogum = vermelho
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Preto Velho = xadrez preto e branco
*
Exú = preto e vermelho
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Estas cores podem mudar conforme a região do Brasil que se encontra. 
No Rio Grande do Sul por exemplo temos abaixo:
*
Oxalá = branco
*
Nanã = roxo e branco
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Omolu e Obaluaê = preto e branco
*
Iemanjá = azul claro e branco
*
Oxum = amarelo e branco
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Iansã = vermelho e branco
*
Xangô = marrom e branco
*
Oxóssi = verde e branco
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Ogum = vermelho ou vermelho com verde e branco
*
Preto Velho = azul escuro e branco
*
Exú = preto e vermelho
Na Umbanda, ao contrário do Candomblé, não se incorporam os Orixás, mas sim os falangeiros, que são emanações dos Orixás, possíveis de serem captadas pelos médiuns e neles exercem influência em seus corpos e mentes. 
O Orixá Exu é diferente do Povo de Rua, conhecidos também com Compadre de Umbanda, pois o Orixá Exu ao contrário dos Compadre não incorporam.
Os Guias têm diferentes grupamentos, formando falanges de entidades afins, de mesma característica e roupagens. 
Assim temos os seguintes grupamentos na Umbanda:
*
Principais guias
*
Pretos-Velhos
Caboclo
Crianças
Boiadeiros
Marinheiros
Iemanjá/ Oxum/ Marinheiros/ Sereinhas
Zé-Baiano/ Zé-Firmino/ Zé-Pilintra
Exús/ Pombas-Giras
Zé Pelintra/ Malandrinha/ Malandro
baiano/baiano
*
Falanges trabalhadas em outras ramificações da Umbanda
*
Baianos
Ciganos
Orientais
Mineiros
Cangaceiros
*
Fonte de Pesquisa:
Wikipédia
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Deixar bem claro que é uma pesquisa, eu amo todas as religiões, pois todos os componentes  são seres humanos em busca de evolução, por isso no entanto são meus irmãos.
Andarilhos do Oriente deseja que possamos nos unir com nossas diferenças, pois perante a Deus somos todas iguais.
Quem faz a diferença é o homem, em sua ignorância espiritual.
Pois se Deus nos respeita, quem somos nós para desrespeitar alguém?
Espero que estejam gostando!
Sejam sempre Bem Vindos!
Bjos!

Exemplos de Sintomas de excesso de vibração (desequilíbrio energético)

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Pintura de Oxóssi feito pela artista em temas espiritualistas:
Agnes dos Santos
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Excesso de vibração de Xangô: 
Rigidez. 
A pessoa fica extremamente metódica, tensa, calada e retraída. 
Apesar de ter inúmeras coisas para resolver. 
A rigidez a impede de tomar uma atitude, ou pode também ser aquela pessoa que resolva fazer “justiça com as próprias mãos”.
*
Excesso de vibração de Oxum: 
Melancolia. 
A pessoa faz “tempestade em copo d’água” por qualquer coisa. 
Fica com tendência ao caos, pois absorve “as dores do mundo”, além de ficar extremamente sensível e chorando à toa.
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Excesso de vibração de Ogum: 
Impetuosidade.
 A pessoa briga com a própria sombra. 
Cria caso com tudo. 
Fica explosiva.
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Excesso de vibração de Iemanjá: 
Megalomania. 
A pessoa se descontrola no trato com dinheiro.
Envolve-se em dívidas enormes e não as consegue pagar. 
Nada pode ser pouco, tudo é exagerado.
Compra tudo que vê pela frente...
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Excesso de vibração de Iansã: 
Impulsividade. 
Agitação, inconstância de humor. 
Dificuldade de convivência. 
A pessoa pensa demais e não consegue completar um raciocínio. 
Verborragia (fala demais e coisas sem nexo). 
Fica explosivo. 
Muda de idéia toda hora.
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Excesso de vibração de Oxóssi: 
Desorientação. 
Indecisão.
 Busca incessantemente algo que nem sabe o que é. 
A pessoa fica completamente perdida. 
Não sabe o que fazer e nem por onde começar.
“Anda em círculos”. 
Falta objetividade nas ações.
*
Excesso de vibração de Omulu: 
Depressão. 
Apatia, melancolia. 
A pessoa tem medo de mudança, medo de se arriscar, medo do futuro, do novo, enfim, medo de tudo.
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Para resolver esse excesso de vibração (desequilíbrio) deve-se em primeiro lugar vigiar as atitudes e coibir os comportamentos errados ou inconvenientes. 
Em segundo lugar, deve-se equilibrar as forças em excesso através de preceitos junto ao Orixá de equilíbrio ou Orixá par do que está em excesso. 
A orientação ao médium necessitado será dada pelo dirigente umbandista que tem o conhecimento dos preceitos específicos para cada caso.
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Do Livro: Umbanda, Mitos e Realidade 
Autor MÃE IASSAN AYPORÊ PERY

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Entendendo uma Gira de Umbanda

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Certamente a muitos é estranho entrar num terreiro e assistir uma gira, orar aos Orixás para que seus problemas sejam resolvidos. 
Mas como isto funciona?
A Umbanda desde que se iniciou, e isto já é um ponto a considerar, rapidamente se enquadrou dentro do contexto nacional brasileiro. 
É incrível a rapidez com que se propagou, e o interesse que tem causado a outras nações do mundo, sendo alvo de estudos, até de teses de pós graduação em psicologia, onde tentam por vários meios explicar um fenômeno, que facilmente se conclui pertencer a outras esferas de atividades da vida.
Observando-se o contexto nacional, a impressão que temos é que a consciência coletiva chegou a um ponto que não pode mais ser contida. 
Compreendemos como consciência coletiva, o somatório de consciências voltadas para um mesmo fim com laços kármicos.
 Além do mais, a Umbanda é uma religião que reúne elementos culturais do nosso país, envolvendo diferentes raças e credos do mundo.
Pela rapidez com que se instalou em nossas vidas, pela simplicidade que lhe é própria, pelos ensinamentos que as entidades que se apresentam como trabalhadores de Umbanda trouxeram e trazem, não houve tempo ou talvez necessidade de uma codificação no plano físico. 
Seu mister é trabalho e caridade. 
As codificações, os credos, são fatos que se fazem às vezes desnecessários, às vezes necessários.
Por isto esta obra está longe de ter a pretensão de se tornar um “Código de Umbanda” ou qualquer coisa parecida, objetivo tão somente resgatar e transmitir os ensinamentos obtidos através anos de trabalho dentro da Seara Umbandista, onde estudei e testei as mais diversas influências que me levaram as conclusões discorridas neste trabalho.
Portanto, mais importante do que estabelecer códigos é compreender a verdadeira Missão da Umbanda e como as forças da natureza interagem para que esta missão seja alcançada.
O que cada trabalhador de Umbanda deve ter como bandeira?
 Que a Umbanda é uma religião voltada somente para o bem. 
Não fazemos trabalhos para isto ou aquilo. 
Que o culto é grátis e não pode atender a interesses particulares.
Alguns trabalhadores menos esclarecidos deturpam completamente o sentido das bases do bem, saem fora da caridade e do trabalho produtivo gratificante, e continuam a chamar suas sessões de Umbanda. 
Isto é que é errado! 
É isto que nós umbandistas devemos combater e esclarecer.
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Ficarmos discutindo dogmas deste ou daquele Orixá nos leva a compreensão das forças da natureza sim, mas deve objetivar apenas isto e não a imposição de uma única Verdade.
A única verdade da Umbanda é a Caridade e o Amor, o resto são formas de culto que variarão de região para região, de terreiro para terreiro e devem ser respeitadas.
 Entretanto, charlatães,enganadores, espoliadores, falsos profetas, enfim, pessoas que usam o nome da Umbanda em benefício próprio tem que ser combatidos através do esclarecimento e divulgação da essência da Umbanda.
Devido a pessoas sem escrúpulos, é comum chegarem consulentes aos Centros de Umbanda, e se pasmarem com o fato de que o trabalho da gira de Umbanda visar somente o bem.
Esperamos sinceramente que este problema seja erradicado de nosso meio. 
E para isto contamos com a ajuda de todos os umbandistas na busca pela compreensão, divulgação e esclarecimento da verdadeira essência da Umbanda, pois os nossos piores detratores são os que se dizem umbandistas e se desviam do caminho do Bem.
Dos pilares básicos compreendemos nas lições trazidas pelos trabalhadores espirituais, e aqui evocamos a figura humilde dos Pretos Velhos, que são os Mestres da humildade, o seguinte: cada um tem suas crenças, suas características, seus laços de família, de raça e de religião, e isto deve ser respeitado. 
Respeitamos todas as religiões, desde que voltadas para o bem, e que respeitem os direitos humanos.
Portanto, a Umbanda não precisa ser pregada. 
Simplesmente se impõe no nosso contexto pelas verdades e características que as Entidades trouxeram e trazem e basta que olhemos e pensemos nas forças da natureza agindo, interagindo e atuando constantemente em nossas vidas.
Procuramos compreender não apenas os princípios básicos que nos mostram, mas as leis que regem a vida. E, portanto é necessário muitas vezes evocar algo mais profundo do que o concreto.
Entretanto, urge um posicionamento firme por parte dos umbandistas. 
A Umbanda é linda e está voltada exclusivamente para a Caridade. 
Não podemos nos envergonhar de ser umbandistas.
Temos que assumir o nosso amor a Umbanda e elevar o seu nome através de exemplos próprios em nossas vidas, em nosso dia-a-dia. 
Não adianta ser umbandista apenas dentro do Terreiro.
 Temos que ser fora dele principalmente!
O trabalhador de Umbanda deve compreender que na gira de caridade (sessão), todos estão fazendo caridade; o guia, o médium, os dirigentes materiais e espirituais, o assistente, e, portanto todos têm sua paga espiritual através da Lei do Karma. 
Fazemos o bem, porque ultrapassamos a barreira do viver apenas por viver, admitimos com isso algumas leis da vida hiper-física, e mais do que admitir, colocamos em prática tais leis.
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No entanto, o viver nos ensina que nem todos os problemas podem ser resolvidos, mas podem ser compreendidos, e podemos receber amparo, por isso procuramos explicações que necessitam ser mais profundas. 
Mas sempre dentro do merecimento de cada um.
Reconhecemos uma hierarquia dos espíritos, reconhecemos que alguns problemas que se nos apresentam tem origem kármica e, portanto não podem ser “resolvidos” rapidamente, sendo exigido um tempo para sua expiação. 
E não adianta ficarmos batendo pé, exigindo dos Orixás, guias ou entidades “solução imediata”. 
Guia nenhum, enviado de Orixá nenhum se apresenta em terreiro nenhum para “resolver nossos problemas materiais.” 
Tudo tem seu tempo e sua hora dentro do merecimento de cada um. 
Devemos pedir resignação e força para enfrentar as nossas dificuldades e principalmente auxílio para sermos merecedores da graça que buscamos.
Compreendemos também, que temos amigos no além-túmulo, que se têm condições de ajudar, ajudam, os quais denominamos guias, trabalhando por nós em outras esperas de atividades.
Podemos, em razão desta compreensão aplicar outras...
*
1. Devemos compreender que pretos velhos, caboclos, ou entidades que podem nos ajudar não habitam em nosso plano físico. 
Os pontos cantados, o defumador, as orações, o ambiente, enfim, visam oferecer condições para evocar tais entidades para perto de nós.
*
2. As falanges que atendem aos apelos de nossos chamados possuem reinos de vida, áreas de atuação, de modo que trazem energias e vibrações afins, assim ao chegarem ao nosso meio carregam o ambiente e trocam nossa energia terráquea (física) por energia proveniente de suas hostes (cósmica).
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3. Reconhecemos os Orixás básicos, e que cada um tem sua esfera de atividades. 
Como embaixadores de Deus, como ministros de Deus, cada qual têm seu campo de ação, e para sermos mais eficientes devemos fazer o pedido ao Orixá certo. 
Se queremos que uma planta brote, cresça e floresça não podemos molhá-la com água salgada, mantê-la longe do sol ou em lugar sem ar. 
Se quisermos pescar não podemos ir a um mar ou rio poluídos. 
Assim é com os nossos pedidos.
*
4. Dentro dos pedidos que se fazem as falanges que são invocadas nas giras, um fator básico a que nos propomos, tanto trabalhadores físicos (médiuns) quanto trabalhadores espirituais é a condução de entidades que por motivos vários observam pessoas ou ambientes em que vivem, procurando esclarecer, ou simplesmente afastar as intromissões malfazejas, sempre respeitando a Lei do Livre Arbítrio.
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5. Também nos propomos a tentar dissolver miasmas ou fluídos negativos agregados aos corpos dos médiuns e assistentes (trabalho de expurgo).
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6. A gira também estabelece um vínculo maior entre o médium e o seu guia, ampliando assim cada vez mais o entrosamento, melhorando também a sua capacidade mediúnica de trabalho.
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7. Por último, dentro do campo das possibilidades kármicas, esclarecer ou ajudar na solução de problemas pessoais, através de mentalização clara e persistente, ou seja, é fundamental que se compreenda que um Templo Umbandista não é uma Tenda de Milagres, onde chegamos e todos os nossos problemas materiais serão resolvidos.
 Um Templo Umbandista é o local para recarregarmos nossas “baterias”, renovamos a nossa fé em Zambi (Deus) e através da caridade pura evoluímos como seres humanos alcançando assim serenidade para
enfrentarmos o nosso dia-a-dia. 
Em resumo, as funções dos guias, mentores e protetores de Umbanda são de amparo, esclarecimento, orientação... a decisão e solução são nossas.
Compreendemos também que existe forte tendência do ser humano, de maneira geral, em quando submetidos a uma situação frustrante ou de fracasso, atribuir a causas externas a sua pessoa esse fracasso, e quando submetidos a situações prazerosas atribuir a si mesmo, as suas qualidades pessoais. 
Exemplo disto: invariavelmente quando somos demitidos do nosso emprego, atribuímos a uma perseguição, muitas vezes autêntica do nosso chefe e nunca a nossa incompetência. 
Nem aventamos a hipótese de estarmos sendo “perseguidos” por que somos incompetentes, mas o nosso chefe é que é um chato, ou “não vai com a nossa cara”. 
Em contrapartida se somos promovidos, nunca é porque o chefe é bonzinho, ou porque é um bom chefe, atento aos méritos dos funcionários, mas sim porque somos competentíssimos (e só um “cego” não “veria”
essa competência toda), e essa promoção era mais do que merecida.
Assim as pessoas agem quando chegam aos terreiros de Umbanda. 
Se não têm os seus pedidos atendidos de pronto, é porque o dirigente não é bom, porque o terreiro é fraco, ou porque a Umbanda não é de nada. 
Nunca lhes passa pela cabeça que primeiro precisam merecer alcançar determinada graça, ou que seja um processo kármico evolutivo pelo qual estejam passando para seu próprio aprendizado. 
Não meus amigos, infelizmente isso não acontece, e sabem porque?
 Porque muitos resolvem ser umbandistas por medo, ou para que sua vida material melhore. 
Cabe mudar esse primeiro conceito. 
Mudar a mentalidade dos médiuns umbandistas, e aí sim mudar a mentalidade da assistência. 
Isso é obrigação de todo Dirigente Umbandista. 
Orientar seu corpo mediúnico e a assistência do seu terreiro ao invés de sentar no “trono” de dirigente e responder as perguntas que lhe são dirigidas com o famoso “é assim porque é”.
A Umbanda evoluiu, esse tipo de papel não cabe mais nela. 
O estudo constante é fundamental. 
As entidades que militam na seara umbandista estão cada vez mais evoluídas e esclarecidas e tem importante papel dentro da espiritualidade. 
Cabe, a nós médiuns, tentarmos estar a altura dela.
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Do Livro: Umbanda, Mitos e Realidade 
Autor MÃE IASSAN AYPORÊ PERY
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