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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Cálice (Wicca)

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O cálice (taça) na religião Wicca é colocado no altar para representar o sagrado feminino e o elemento água, ficando tradicionalmente no ponto oeste.
O cálice representa o sagrado feminino o útero, o oposto do athame que representa o falo. 
O cálice e o athame são utilizados atualmente para realizar o Grande Rito simbólico, representando a união do sagrado feminino com o sagrado masculino.
O cálice ritual pode ser feito com qualquer tipo de material: cristal, prata, vidro, cerâmica e alguns outros metais (cuidado com metais que oxidam com água).
Associado ao mito do Santo Graal, o Cálice também é usado para consagrar e beber o vinho dos rituais. 
Ele foi introduzido na Wicca em época mais recente.
 Em algumas tradições mais puristas é substituído por uma concha ou um chifre, onde se toma o vinho (ou qualquer outra bebida ritualística).
Em um coven, o cálice com vinho é passado ao redor do círculo e, enquanto cada membro toma um gole do líquido, faz seus pedidos e agradece aos deuses.
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Fonte de Pesquisa:
Wikipédia

Athame (Wicca)

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O athame é um punhal, tradicionalmente de cabo preto e dois gumes, usado na Wicca e em algumas linhas de bruxaria. 
Ele é utilizado para traçar o Círculo Mágico ou emblemas mágicos no ar, para direcionar a energia e para controlar e banir espíritos.
As origens da palavra athame foram perdidas na história.
 Alguns dizem que possa ter vindo de 'A Chave de Salomão' (1572) que se refere à faca como arthana, enquanto outros afirmam que athame vem da palavra árabe al-adhamme ("letra de sangue"), que se refere a uma faca sagrada usada na tradição mourisca.
 Em qualquer um dos casos, há manuscritos datados do século XI que abordam o uso de facas rituais na Magia. 
O uso de uma faca sagrada em ritos pagãos é bastante antigo. 
Há um desenho de um vaso grego datado de aproximadamente 200 a.c. que mostra duas bruxas nuas tentando invocar os poderes da Lua para a sua magia. 
Uma delas está segurando uma varinha e a outra segura uma pequena espada.
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O Athame atualmente também é utilizado para representar o aspecto masculino da divindade e como um símbolo da vontade. 
As(os) bruxas(os) só usam seus Athames em rituais e feitiços, mas outros acreditam que, quanto mais for usado o Athame (mesmo em situações cotidianas), mais poderosa ela se torna.
Em uma jóia da Roma Antiga, há a figura de Hécate na forma tripla, onde seus três pares de braços seguram os símbolos de uma tocha acesa, um açoite e uma adaga mágica.
Uma xilogravura que ilustra a história de Gentibus Septenbrionalibus de Olaus Magnus, publicada em Roma em 1555, mostra uma bruxa controlando alguns fantasmas, brandindo um athame em uma mão e um punhado de ervas mágicas na outra.
O athame também é usado na confecção de varinhas. 
Para isso, é necessario um athame de cabo branco (Boline). 
Esse costume era muito usado na antiga cultura celta. 
As varinhas também são usadas para se direcionar a magia com mais precisão. 
O ATHAME é um punhal ritualístico de fio duplo sem corte, utilizado para absorver, potencializar e direcionar energias em RITUAIS. 
Normalmente usado para traçar o círculo mágico e desse modo afastar qualquer tipo de energia ou ser ESPIRITUAL que possa atrapalhar o ritual.
Representa o elemento AR, e é utilizado na celebração simbólica do Grande Rito, ao ser mergulhado no cálice sagrado. 
Tradicionalmente possui o cabo preto, porém pode possuir outras cores.
 É comum ter gravados em sua lâmina ou cabo símbolos e selos mágickos.
Importante: 
O ATHAME não possui nenhum uso de corte, quando não usado para direcionar energias em RITUAL é um instrumento decorativo que serve como símbolo do poder masculino no altar, já que representa um falo, enquanto que o cálice representa um útero.
 Por se tratar de um objeto que possui ponta, é muito importante que se tenha total cuidado com o seu uso e armazenamento para não gerar nenhum tipo de acidente.
Algumas pessoas utilizam facas de COZINHA novas, para substituir o punhal, visto que nem sempre conseguem adquirir um. 
Isto é válido, desde que haja a preocupação de retirar o corte da lâmina da faca, como precaução para que não ocorram acidentes enquanto o objeto está sendo manuseado no rito.
No passado, por puro preconceito, as pessoas acreditavam que os ATHAMES eram utilizados em ritualísticas de sacrifício, infelizmente essa idéia ainda persiste na mente de algumas pessoas. 
Tal idéia é completamente absurda, visto que, além do objeto não precisar de corte, é completamente fora dos nossos princípios religiosos qualquer tipo de sacrifício.
Ele simboliza o Deus no altar e só é retirado do mesmo, para traçar o círculo ou para efetuar a simbologia do Grande Rito, onde a união do ATHAME e do cálice simbolizam a união do Deus com a Deusa.
 É possível que alguma tradição dê outros usos ao Athame, porém, com toda certeza nenhum deles pode estar relacionado ao uso do ATHAME como arma.
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Fonte de Pesquisa:
Wikipédia

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Yule (Wicca)

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Yule é uma celebração do Norte da Europa que existe deste dos tempos pré-Cristãos. 
Os pagãos Germânicos celebravam o Yule desde os finais de Dezembro até aos primeiros dias de Janeiro, abrangendo o Solstício de Inverno.
 Foi a primeira festa sazonal comemorada pelas tribos neolíticas do norte da Europa, e é até hoje considerado o inicio da roda do ano por muitas tradições Pagãs. 
Actualmente é um dos oito feriados solares ou Sabbats do Neopaganismo.
 No Neopaganismo moderno, o Yule é celebrado no Solstício de Inverno, por volta de dia 21 de Dezembro no hemisfério Norte e por volta do dia 21 de Junho no hemisfério Sul.
Na Península Ibérica é costume festejar-se o Yule Ibérico, organizado conjuntamente pela Ordem Portuguesa de Wicca e pela Ordem Espanhola de Wicca.
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Fonte de Pesquisa:

Samhain

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Samhaim (em irlandês Samhain, gaélico escocês Samhuinn, manês Sauin e em gaulês Samonios) era o festival em que se comemora a passagem do ano dos celtas.
 Marca o fim do ano velho e o começo do ano novo. O Samhain inicia o inverno, uma das duas estações do ano dos celtas.
 O início da outra estação, o verão, é celebrado no festival de Beltane. Este festival, Samhain, é chamado de Samonios na Gália. 
Segundo alguns autores, grande parte da tradição do Halloween, do Dia de Todos-os-Santos e do Dia dos fiéis defuntos pode ser associada ao Samhaim. 
O Samhaim era a época em que acreditava-se que as almas dos mortos retornavam a suas casas para visitar os familiares, para buscar alimento e se aquecerem no fogo da lareira.
Alguns autores acham que não existe nenhuma evidência que relacione o Samahin com o culto dos mortos e que esta crença se popularizou no século XIX. 
Segundo o relato das antigas sagas o Samhain era a época em que as tribos pagavam tributo se tivessem sido conquistadas por outro povo.
 Era também a época em que o Sídhe deixava antever o outro mundo. 
O fé-fiada, o nevoeiro mágico que deixava as pessoas invisiveis, dispersava no Samhain e os elfos podiam ser vistos pelos humanos. 
A fronteira entre o Outro Mundo e o mundo real desaparecia.
 Uma das datas do calendário lunar celta de Coligny pode ser associada ao Samhain. 
No 17º dia do mês lunar Samon, a referência *trinox Samoni sindiu é interpretada como a data da celebração do Samhain ou do solstício de Verão entre os Gauleses.
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A palavra Samhain significa fim de verão e deriva de duas palavras "samh",verão, e "fuin", fim.
 O mês de Novembro é chamado em Irlandês de "Mí na Samhain".
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Samhain atualmente 
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Hoje ainda é comemorado e sobreviveu à cristianização através do halloween, ou dia das bruxas, onde as crianças pedindo doces representam os sidhs que passavam do outro mundo para este nesta noite.
Os praticantes de diversas religiões inclusive neopagãs celebram-no, como por exemplo o Druidismo. 
Ele é celebrado no dia 31 de Outubro no hemisfério norte e 30 de abril no hemisfério sul. 
Essa diferença existe porque as estações são invertidas de um hemisfério para o outro.
Esta era a celebração de "ano novo" dos Celtas e ainda hoje se encontra grupos que celebram e assim o consideram, como o fim do ano.
Esta ligado ao culto aos Ancestrais, tão importante na espiritualidade Celta, e aqui os mortos queridos, podem bailar conosco e dividir nossa ceia sagrada, pois é nesta noite que as cortinas do Outro Mundo estão abertas.
Os Celtas não acreditavam em demónios, mas determinadas entidades magicas eram consideradas hostis para os humanos, seus animais e colheitas. 
Deste modo muitas pessoas pregavam partidas aos seus vizinhos, como trocar os gados por figuras humanoides, para assustar, ao qual se tornou muito famosa a Jack o'Lantern ou a famosa abóbora iluminada de Halloween.
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Na Galiza e norte de Portugal 
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O Samhain é uma festa associada ao ciclo anual do sol que faz parte do Património Imaterial Galego-Português. 
A recuperação da tradição do Samhain envolve várias escolas que promovem atividades que por sua vez são inseridas na promoção da candidatura a Património Imaterial.
Diversas aldeias na Galiza começaram a recuperar as celebrações apoiadas pela recolha de testemunhos e documentos sobre as antigas tradições locais 
Provavelmente o Magusto seja o herdeiro direto no território da velha Gallaecia do antigo Samhain, conservado ainda hoje com o seu ritual culinário específico no que as castanhas fazem uma parte importante do mesmo.
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Brasil 
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Muitos grupos de neopaganismo e Druidismo ainda celebram este Festival, e no Brasil não é diferente. Sendo dentro de casa ou em matas fechadas, a 1 de maio pode-se notar a aura de Samhain rodando a noite, convidando para a fogueira.
Aqui as celebrações ainda são discretas e reservadas aos pequenos grupos, nada público, mas isso pode mudar.
Existe um grupo que por respeito à sua língua mãe (o português), e por desconhecimento das tradições do Magusto, traduz o nome do Festival de Samhain para "Noite dos Antepassados", o que é bastante aceitável e comum.
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Fonte de Pesquisa:
Wikipédia

Roda do Ano (Wicca)

Ficheiro:Wheel of the Year.svg
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A Roda do Ano no hemisfério norte. No hemisfério sul, estas festas são comumente deslocadas por seis meses para coincidir com as estações locais.
Créditos da Imagem:
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A Roda do Ano é o que simboliza a concepção de tempo dos pagãos e principalmente a dos Celtas e que era um tanto quanto diferente da atual. 
Eles não viam o tempo de forma linear, mas circular, cíclico. 
Seus calendários levavam em conta não só o ciclo solar, como é o nosso, mas também o ciclo lunar. Originários da tradição celta, os Sabbats ocorrem oito vezes ao ano, levando-se em conta a posição da Terra com relação ao Sol: Equinócios e Solstícios. Nessas ocasiões, na Wicca, são homenageadas duas divindades: a Deusa Mãe, ou simplesmente a "Deusa", que simboliza a própria terra, e o Deus Cornífero, O Gamo Rei, protetor dos animais, dos rebanhos e da vida selvagem. Já em outros ramos do Paganismo, outros Deuses são adorados, pois que nem todos tem essas duas únicas figuras centrais.
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Ficheiro:Wheel of the Year.JPG
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Pintura da Roda do Ano no Museu de Bruxaria, Cornualha, Inglaterra, Reino Unido, exibindo todos os oito Sabás.
Créditos da Imagem:
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Os Wiccanos celebram diversos festivais sazonais do ano, que são conhecidos como Sabás; estas reuniões são geralmente conhecidas como Roda do Ano e festejam as estações anuais e suas colheitas.
Wiccanos mais ecléticos, ou até mesmo os adeptos do Gardnerianismo, celebram um conjunto de oito Sabás, enquanto em outros grupos, como o Clan of Tubal Cain, eles celebram somente quatro.
 Os quatro Sabás que são comuns a todos esses grupos são conhecidos como cross-quarter day, e geralmente são referidos como Grandes Sabás. 
Sua origem provém dos antigos celtas da Irlanda, e possivelmente de outras regiões da Europa ocidental. Nos livros The Witch-Cult in Western Europe (1921) e The God of the Witches (1933) da egiptologista Margaret Murray, interessada no histórico Culto Bruxo, ela afirma que estes quatro festivais de cristianização tinham sobrevivido e haviam sido celebrados na religião pagã de bruxaria. 
Consecutivamente, quando a Wicca começou a se desenvolver na década de 1930 e na década de 1960, muitos grupos, como o de Gerald Gardner, adotaram a comemoração desses quatro Sabás descritos por Murray. Gardner fez uso dos nomes em inglês desses feriados, dizendo que "os quatro grandes Sabás são o Candlemass, May Eve, Lammas, e o Halloween; os equinócios e solstícios também são celebrados."
Os outros quatro festivais comemorados por grande parte dos wiccanos são conhecidos como Sabás Menores, que compreendem o solstícios e os equinócios, foram adotados somente em 1958 por membros do coven Bricket Wood, antes de influenciarem e serem adotados por outros membros da tradição de Gardner, e eventualmente a Tradição Alexandrina e o Dianismo. 
Os atuais nomes desses feriados foram retirados dos festivais do paganismo germânico e do politeísmo celta. 
No entanto, os festivais não são de reconstrução na natureza nem muitas vezes se assemelham a suas contrapartes históricas, em vez de exibir uma forma de universalismo. 
As observações dos rituais podem mostrar a influência cultural dos festivais a partir dos nomes que tomaram, bem como a influência de outras culturas independentes.
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Fonte de Pesquisa:

Wicca (Parte 2)

Ficheiro:Witches.jpg
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Goya, O Grande Bode (1821-1823). 
O Culto Bruxo afirma que essas histórias são baseadas em um antigo culto pagão que reverenciava um deus cornífero, mas não o Satã.
Créditos da Imagem: 
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Origem e Crescimento, 1921 - 1959
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Desde meados do século XX, a Bruxaria tornou-se a autodesignação de uma sucursal do neopaganismo, especialmente na tradição Wicca, cujo pioneiro foi Gerald Gardner, que alegava ter resgatado uma antiga tradição religiosa da bruxaria com raízes pré-cristãs (alguns wiccanos dizem que é a mais antiga religião do mundo).
 Na década de 1920 e na década de 1930, a egiptóloga Dr. Margaret Murray publicou diversos livros influentes detalhando suas teorias de que as bruxas e bruxos caçados durante a Idade Média não eram, como alegavam seus perseguidores cristãos, adeptas do Satanismo, mas simpatizantes de uma religião pagã pré-cristã que adorava um deus cornífero — o Culto Bruxo.
 Antes de Murray, nomes como Girolamo Tartarotti, Matilda Joslyn Gage, Jacob Grimm, Karl Pearson, Jules Michelet e Charles Leland já escreviam linhas ou livros inteiros sobre o contraste entre as duas religiões na Idade Média e Renascimento.
 Embora nos dias de hoje a pesquisa histórica aprofundada tenha desacreditado de Murray, suas teorias foram amplamente aceitas e apoiadas na época.
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Nos anos 30, apareceu a primeira evidência de uma prática pagã de religião de bruxaria (o que hoje é reconhecida como Wicca) na Inglaterra. 
Diversos grupos em todo o país, em lugares como Norfolk,e Cheshire  se auto-proclamaram continuadores da tradição do Culto Bruxo de Murray, embora estivessem abertos a influências de diversas outras fontes, tais como a Magia Cerimonial, a Maçonaria, a Teosofia, o Romantismo, o Druidismo, a mitologia clássica e as religiões asiáticas.
A Bruxaria tornou-se mais proeminente, contudo, na década de 1950 com a revogação da Lei de Feitiçaria de 1735, da qual diversas figuras, como Charles Cardell, Cecil Williamson e notavelmente Gerald Gardner, começaram a propagar suas próprias versões do ofício. 
Gardner foi iniciado no New Forest coven em 1939, antes de formar sua própria tradição, mais tarde chamada Gardnerianismo. 
Sua tradição, auxiliada por sua Alta Sacerdotiza Doreen Valiente e com a publicação de seus livros 
A Bruxaria Hoje (1954) e O Sentido da Bruxaria (1959), logo se tornou a tradição dominante no país, e se espalhou para outras regiões das Ilhas Britânicas.
São comuns os boatos de que o verdadeiro autor por detrás dos escritos de Gerald Gardner, tenha sido o mago inglês Aleister Crowley. 
Contudo, não existem evidências que dêem sustentação a esta teoria. 
Por outro lado, Gardner não apenas foi um membro iniciado de VIIº da Ordo Templi Orientis (ordem liderada e reformada por Crowley de uma academia maçônica para uma organização indepentende seguidora da filosofia conhecida como Thelema) como recebeu autorização para liderar os trabalhos da Ordem na Inglaterra.
Com isto, é clara a herança thelemica dentro da Wicca. 
O postulado "faze o que tu queres desde que não faças mal a ninguém" é facilmente percebido como uma adaptação do primeiro postulado da Lei de Thelema: "Faze o que tu queres será o todo da Lei". 
Fora isso, trechos de rituais da Wicca Gardneriana. são cópias literais de trechos de ritos thelemicos .
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Fonte de Pesquisa:

Wicca ( Parte 1 )

Ficheiro:The Spiral Pentacle by SingingGandalf.jpg
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Este pentáculo, usado como pingente, representa um pentagrama circunscrito, usado como símbolo da Wicca por muitos adeptos.
Créditos da Imagem:
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Wicca é uma religião neopagã influenciada por crenças pré-cristãs e práticas da Europa ocidental que afirma a existência do poder sobrenatural (como a magia) e os princípios físicos e espirituais masculinos e femininos que interam a natureza, e que celebra os ciclos da vida e os festivais sazonais, conhecidos como Sabbats, os quais ocorrem, normalmente, oito vezes por ano.
 Autoridades como Alex Sanders referem-se a ela como religião natural, "a mais antiga do mundo".
É muitas vezes referida como Witchcraft (em português: "bruxaria") ou the Craft por seus seguidores, que são conhecidos como Wiccanos ou Bruxos. 
Suas origens contestadas residem na Inglaterra no início do século XX, mas foi popularizada nos anos 50 por Gerald Gardner, que na época chamava a religião de "culto às bruxas" e "bruxaria", e seus seguidores "a Wica".
 A partir dos anos 60 seu nome foi normalizado para "Wicca".
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A Wicca é uma religião politeísta, de culto basicamente dualista, que crê tradicionalmente na Mãe Tríplice e no Deus Cornífero, ou religião matriarcal de adoração à Deusa mãe. 
Estas duas deidades são muitas vezes vistas como faces de uma divindade panteísta maior, ou que se manifestam como várias divindades politeístas. 
A Wicca também envolve a prática ritual da magia, em grande parte influenciada pela magia cerimonial do passado, muitas vezes em conjunto com um código de moralidade liberal conhecida como a Wiccan Rede, embora não seja uma regra. 
Embora algumas tradições adorem o celta Cernunnos, símbolo da virilidade, e por vezes seja confundida com Satanismo, os wiccanos não creem em Lúcifer ou em Satã.
Existem diversas tradições dentro da Wicca. 
Algumas, como a Wicca Gardneriana e a Alexandrina, seguem a linhagem iniciática de Gardner; ambas são frequentemente denominadas de wicca tradicional britânica, e muitos dos seus praticantes consideram que o termo "Wicca" possa ser aplicado unicamente a elas. 
Outras, como o cochranianismo, Feri e a Tradição Diânica, tomam como principal influência outras figuras e não insistem em qualquer tipo de linhagem iniciática. 
Alguns destes não usam o termo "Wicca", preferindo "Bruxaria", enquanto outros crêem que todas estas tradições podem ser consideradas wiccanas
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Fonte de Pesquisa:

Lei Tríplice

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A Lei Tríplice ou Lei de Três, comumente usada na Wicca, é a única lei desta religião, que dita: 
"Tudo o que fizeres voltará em triplo para ti", sendo aplicada tanto na própria execução da mesma, quanto nos aspectos gerais da vida. 
Normalmente, o bruxo praticante da wicca usa esta regra no dia-a-dia, associando-a a um meio de vida. Um exemplo no dia-a-dia não somente do praticante Wicca, é se você der amor, terá amor triplicado. 
Se enviar negatividade, terá negatividade triplicada.
Um wiccaniano tendo em mente a Lei Tríplice, ou Lei de Três, tem consciência dos seus atos para não praticar algo prejudicial a outra pessoa ou ambiente, pois este sabe que receberá a consequência de seus atos triplicado. 
A Lei Tríplice é a "lei da magia" mais famosa que existe na comunidade Wicca, pois esta "limita" os praticantes de cometerem atos ilícitos a si e aos outros. 
Ligada a esta, está a Lei de Ouro: "Faze aos outros o que queres que te façam", lembrando uma menção famosa: "Ame o próximo como ama a ti mesmo"
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