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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Na verdade quem faz o mal?

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Nas lides de um terreiro de Umbanda, há uma linha de trabalho muito pouco entendida até os dias de hoje.
 É a linha dos Exus e Pomba giras que pejorativamente receberam a alcunha de “demônios” ou daqueles que são os responsáveis diretos por toda prática do mal.
O termo “demônio” é vocabulário milenar.
 Na Grécia Antiga encontramos seu significado a traduzir-se por “Gênio” ou “Espírito”.
 Portanto, Exu e Pomba gira são Espíritos em evolução e buscam essa evolução com a consciência desperta através das experiências próprias.
Assim, como todas as demais Entidades que militam na Egrégora da Umbanda essa linha de trabalho tem funções específicas a exercer.
 E embora as tenha devem ser recebidos nas sessões em que trabalham a olhos vistos dos filhos do terreiro e da assistência com o mesmo respeito das demais entidades das outras linhas.
Muitos nem se apercebem que os trabalhos de um Exu e de uma Pomba gira são constantes, começando bem antes de uma sessão ou gira, continuando durante a mesma e se prolongando após encerramento das atividades do plano material.
Ser responsável pela segurança de um terreiro e dos filhos do mesmo é tarefa que requer muita destreza porque muitos filhos quando dão expansão as suas tendências sempre alegam que é por conta da energia dessas Entidades que possuem ao seu lado e esquecem que o livre-arbítrio é patrimônio de todos.
Nunca um Exu ou Pomba gira irá agir indo de encontro a Lei ou desrespeitando o livre-arbítrio de quem quer que seja!
Nunca irão praticar o mal se estão numa linha de frente para combatê-lo como uma grande polícia de choque neutralizando as investidas das trevas na luz. 
Sim, meus amigos!
 Exu é um ponto de luz nas trevas!
E quantas trevas eles ainda tem que combater?
Isso sem falar nas trevas da ignorância que existe em muitas mentes humanas que sem conhecerem, alegam que por nós fazermos parte da esquerda somos maus.
Somos à esquerda, sim!
 Isso sem sombra de dúvida.
 Porém esse fato não nos torna menores e nem piores. 
Quando me refiro à esquerda quero que fique bem claro que essa polaridade é a  contrapartida da direita. 
Só para dar um exemplo: que seria do pólo positivo sem o negativo no campo da eletricidade? 
Sabe o que aconteceria?
 Não existiria corrente elétrica para gerar energia meus filhos!
Portanto, Exu e Pomba gira são à esquerda no trabalho da direita.
Há entidades que tentam enganar os filhos de fé se passando por esses trabalhadores? 
Há sim!
Esses são os chamados quiumbas que acostumados a determinados despachos que recebem buscam se envolver com todos os assuntos para garantir a manutenção dos seus desejos. 
Esses estarão sempre à disposição da sua clientela, porque para eles nada mais existe a não ser um negócio que a primeira vista pode parecer rendoso e prazeroso, porém que a médio e longo prazo trará conseqüências funestas para ambas às partes.
Então meus filhos entendam de uma vez por todas que Exu e Pomba gira no trabalho de Umbanda não faz o mal! 
Procurem compreender essa linha de trabalho e se tiverem a oportunidade escutem o conselho desses guardiões.
 Com certeza muitos de vocês vão se espantar com a resposta que irão receber.
Laroyê Exu!
“E então meu filho em qual Encruzilhada iremos nos encontrar?”
“Em qual delas vou te buscar?”
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Maria Padilha das 7 Encruzilhadas!
Médium Mãe Luzia Nascimento
Mensagem recebida em 02 de setembro de 2006
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Do Livro: Umbanda, Mitos e Realidade 
Autor MÃE IASSAN AYPORÊ PERY

terça-feira, 21 de maio de 2013

Zé Pelintra

Ficheiro:Zé Pelintra 2.JPG
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Zé Pelintra
Créditos da Imagem: Junius - Wikimédia Commons
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Bastante considerado, especialmente entre os umbandistas, como o espírito patrono dos bares, locais de jogo e sarjetas, embora não alinhado com entidades de cunho negativo, é uma espécie de transcrição arquetípica do "malandro".
 No seu modo de vestir, bastante típico, Zé Pelintra é representado trajando terno completo na cor branca, sapatos de cromo, gravata grená ou vermelha e chapéu panamá de fita vermelha ou preta.
Contam que nasceu no povoado de Bodocó, sertão pernambucano, próximo a cidadezinha de Exu.
Fugindo da terrível seca que assolava a cidade a família de José dos Anjos rumou para Recife em busca de uma melhor vida, mas o menino aos 3 anos perdeu a mãe.
Cresceu, então, no meio da malandragem, dormindo no cais do porto e sendo menino de recados de prostitutas.
Sua estatura alta e forte granjeou o respeito dos circunstantes.
Sua morte seria um mistério.
Aos 41 anos foi encontrado morto sem nenhum vestígio de ferimento.
Uma outra versão do mito alude a José Gomes da Silva, nascido no interior de Pernambuco, um negro forte e ágil, grande jogador e bebedor, mulherengo e brigão.
Manejava uma faca como ninguém, e enfrentá-lo numa briga era o mesmo que assinar o atestado de óbito. Os policiais já sabiam do perigo que ele representava.
Dificilmente encaravam-no sozinhos, sempre em grupo e mesmo assim não tinham a certeza de não saírem bastante prejudicados das pendengas em que se envolviam.
Não era mal de coração, muito pelo contrário, era bom, principalmente com as mulheres, as quais tratava como rainhas.
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Ficheiro:Zé Pretinho.JPG
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Zé Pretinho, um dos representantes dos Malandros que se veste de preto
Créditos da Imagem: Junius - Wikimédia Commons
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Sua vida era a noite, sua alegria as cartas, os dados a bebida, a farra, as mulheres e brigas.
Jogava para ganhar, mas não gostava de enganar os incautos, estes sempre dispensava, mandava-os embora, mesmo que precisasse dar uns cascudos neles.
Mas ao contrário, aos falsos espertos, os que se achavam mais capazes no manuseio das cartas e dos dados, a estes enganava o quanto podia e os considerava os verdadeiros otários.
 Incentivava-os ao jogo, perdendo de propósito quando as apostas ainda eram baixas e os limpando completamente ao final das partidas.
Isso bebendo Aguardente, Cerveja, Vermouth, e outros alcoólicos que aparecessem.
Esta entidade andou pelo mundo, suas manifestações apresentam-se em todos os cantos da terra. Foi noticiado que incorpora nos Estados Unidos.
Apesar de ter importância religiosa tanto para os praticantes de Catimbó quanto de Umbanda, Zé Pelintra é entidade originária do primeiro .
A absorção da entidade de uma religião por outra se processou quando os grandes centros urbanos do sudeste do Brasil passaram a englobar antigas áreas rurais e estimular a migração de trabalhadores de outras partes do país, em seu processo de desenvolvimento.
 Na medida em que isso foi acontecendo, os sacerdotes do catimbó passaram a considerar a entidade como uma entidade pertencente ao seu próprio culto.
Zé Pelintra é invocado quando seus seguidores precisam de ajuda com questões domésticas, de negócios ou financeiras e é reputado como um obreiro da caridade e da feitura de obras boas.
A Umbanda é um culto legitimamente Brasileiro com seus próprios rituais e estrutura, enquanto o Catimbó é uma forma regional de sincretismo entre elementos tanto brasileiros, europeus, indígenas, portanto, animista, católico e naturalista  .
Na Umbanda, Zé Pelintra é um guia pertencente à linha do Povo da Malandragem, mas incorpora nas sessões de Exu, haja vista que não existe o hábito nos terreiros de se promoverem sessões exclusivas para os Malandros. Já no Catimbó, é considerado um "mestre juremeiro".
Na Umbanda, Zé Pelintra é creditado como pertencente à linha das almas, cujos seres humanos desencarnados auxiliam no benefício da humanidade como forma de expiação de uma vida anterior de extrema dissipação material .
Majoritariamente os seguidores de Zé Pelintra concentram-se nos ambientes urbanos de Rio de Janeiro e São Paulo, mas eles também podem ser encontrados no Nordeste do Brasil, entre os "catimbozeiros", e nas áreas rurais de praticamente todo o país.
Zé Pelintra, tanto na Umbanda como no Catimbó, é tido como protetor dos pobres e uma entidade de importância entre as classes menos favorecidas em geral, tendo ganhado o apelido de "Advogado dos Pobres", pela patronagem espiritual e material que exerce.
O famoso compositor e cantor Chico Buarque baseou sua personagem principal na Ópera do Malandro nos modos e trejeitos de Zé Pelintra (novamente um caso onde o folclore urbano se mistura ao religioso)  .
O músico e compositor Itamar Assumpção escreveu uma música sobre Zé Pelintra, em 1988, em parceria com Wally Salomão.
Essa música chama-se “Zé Pilintra”
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Fonte de Pesquisa:

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Exu ( Parte 2 )

Ficheiro:Exu.jpg
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Exu
Créditos da Imagem : Jurema - Wikimédia Commons
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Brasil
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No Brasil, no candomblé, Exu é um dos mais importantes Orixás e sempre é o primeiro a receber as oferendas, as cantigas, as rezas, é saudado antes de todos os Orixás, antes de qualquer cerimônia ou evento.
O Exu Orixá não incorpora em ninguém para dar consultas como fazem os Exus de Umbanda, eles são assentados na entrada das casas de candomblé como guardiões, e em toda casa de candomblé tem um quarto para Exu, sempre separado dos outros Orixás, onde ficam todos os assentamentos dos exus da casa e dos filhos de santo que tenham exu assentado.
É astucioso, vaidoso, culto e dono de grande sabedoria, grande conhecedor da natureza humana e dos assuntos mundanos daí a assimilação com o diabo pelos primeiros missionários que, assustados, dele fizeram o símbolo da maldade e do ódio.
Porém " … nem completamente mau, nem completamente bom … ", na visão de Pierre Verger no texto de sua autoria "Iniciação" - contido no documentário "Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia", Exu reage favoravelmente quando tratado convenientemente, identificado no jogo do merindilogun pelo odu okaran.
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Ficheiro:Sacrificio para Exu.JPG
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Sacrifício para Exu. No candomblé do Ile Ase Ijino Ilu Orossi.
Créditos da Imagem : Toluaye - Wikimédia Commons
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Exu recebe diversos nomes, de acordo com a função que exerce ou com suas qualidades: Elegbá ou Elegbará, Bará ou Ibará, Alaketu, Agbô, Odara, Akessan, Lalu, Ijelu (aquele que rege o nascimento e o crescimento de tudo o que existe), Ibarabo, Yangi, Baraketu (guardião das porteiras), Lonan (guardião dos caminhos), Iná (reverenciado na cerimônia do padê).
A segunda-feira é o dia da semana consagrado a Exu.
 Suas cores são o vermelho e o preto; seu símbolo é o ogó (bastão com cabaças que representa o falo); suas contas e cores são o preto e o vermelho; as oferendas são bodes e galos, pretos de preferência, e aguardente, acompanhado de comidas feitas no azeite de dendê.
Aconselha-se nunca lhe oferecer certo tipo de azeite, o Adí, por ser extraído do caroço e não da polpa do dendê e portar a violência e a cólera.
Sua saudação é "Larôye!" que significa o bem falante e comunicador.
Consiste o padê em um prato de farofa amarela, acaçá, azeite-de-dendê e uma quartinha de água ou cachaça, que são “arriados” para Exu.
Na nação de angola ou candomblé de Angola Exu recebe o nome de Aluvaiá, Pambu Njila, e Legbá, no Candomblé Jeje.ex
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Arquétipos
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Seus filhos são sensuais, dominadores e inteligentes.
Gostam da vida cercada de barulho, muitas pessoas e romances de todo tipo.
Adoram festas e não se prendem a ninguém, são muito impulsivos.
Mas se amam alguém, dão sua vida se for preciso, sem pensar em nada.
Gostam de ajudar e trabalhar, mas podem se tornar vingativos e extremamente crueis.
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Fonte de Pesquisa:

Exu ( Parte 1 )

Ficheiro:Escultura de Exu na Praça dos Orixás.jpg
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Escultura na Praça dos Orixás, em Brasília, Brasil
Créditos da Imagem: Nevinho - Wikimédia Commons
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Exu é um orixá africano, também conhecido como: Esu, Eshu, Bara, Ibarabo, Legbá, Elegbara, Eleggua, Akésan, Igèlù, Yangí, Ònan, Lállú, Tiriri, Ijèlú.
Algumas cidades onde se cultua o Exu são: Ondo, Ilesa, Ijebu, Abeokuta, Ekiti, Lagos.
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História
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Exu é o orixá da comunicação.
É o guardião das aldeias, cidades, casas e do axé, das coisas que são feitas e do comportamento humano. A palavra Èșù em yorubá significa “esfera” e, na verdade, Exu é o orixá do movimento.
Ele é quem deve receber as oferendas em primeiro lugar a fim de assegurar que tudo corra bem e de garantir que sua função de mensageiro entre o Orun e o Aiye, o mundo material e o mundo espiritual, seja plenamente realizada.
Na África na época das colonizações, o Exu foi sincretizado erroneamente com o diabo cristão pelos colonizadores, devido ao seu estilo irreverente, brincalhão e a forma como é representado no culto africano .
Por ser provocador, indecente, astucioso e sensual, é comumente confundido com a figura de Satanás, o que é um equívoco de acordo com a construção teológica yorubá, posto que não está em oposição a Deus, muito menos é considerado uma personificação do mal.
Mesmo porque nesta religião não existem diabos ou entidades encarregadas única e exclusivamente de coisas ruins como fazem as religiões cristãs.
Estas pregam que tudo o que acontece de errado é culpa de um único ser que foi expulso; pelo contrário, na mitologia yoruba, bem como no candomblé, cada uma das entidades (Orixás) tem sua porção positiva e negativa assim como o próprio ser humano.
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De caráter irascível, ele se satisfaz em provocar disputas e calamidades àquelas pessoas que estão em falta com ele.
No entanto, como tudo no universo possui de um modo geral dois lados, positivo e negativo, Exu também funciona de forma positiva quando é bem tratado.
Daí ser Exu considerado o mais humano dos orixás, pois o seu caráter lembra o do ser humano que é de um modo geral muito mutante em suas ações e atitudes.
Conta-se na Nigéria que Exu teria sido um dos companheiros de Oduduà quando da sua chegada a Ifé e chamava-se Èsù Obasin.
Mais tarde, tornou-se um dos assistentes de Orunmilá e ainda Rei de Ketu, sob o nome de Èsù Alákétú.
A palavra elegbara significa “aquele que é possuidor do poder (agbará)” e está ligado à figura de Exu.
Um dos cargos de Exu na Nigéria, mais precisamente em Oyó, é denominado Èsù Àkeró ou Àkesán, que significa "chefe de uma missão", pois este cargo tem como objetivo supervisionar as atividades do mercado do rei.
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Exu praticamente não possui ewós ou quizilas.
Aceita quase tudo que lhe oferecem.
Os yorubás cultuam Exu em um pedaço de pedra porosa chamada Yangi, ou fazem um montículo grotescamente modelado na forma humana com olhos, nariz e boca feita de búzios.
Ou ainda representam Exu em uma estatueta enfeitada com fileiras de búzios tendo em suas mãos pequeninas cabaças onde ele, Exu, carrega diversos pós de elementais da terra usados de forma bem precisa em seus trabalhos.
Exu tem a capacidade de ser o mais sutil e astuto de todos os orixás.
E quando as pessoas estão em falta com ele, simplesmente provoca mal entendidos e discussões entre elas e prepara-lhes inúmeras armadilhas.
Diz um orìkì que: “Exu é capaz de carregar o óleo que comprou no mercado numa simples peneira sem que este óleo se derrame”.
E assim é Exu, o orixá que faz o erro virar acerto e o acerto virar erro.
Èsù Alákétú possui essa denominação quando Exu, por meio de uma artimanha, conseguiu ser o rei da região, tornando-se um dos reis de Ketu.
Sendo que as comunidades dessa nação no Brasil o reverenciam também com este nome.
Todos os assentamentos de Exu possuem elementos ligados às suas atividades.
Atividades múltiplas que o fazem estar em todos os lugares: a terra, pó, a poeira vinda dos lugares onde ele atuará.
Ali estão depositados como elemento de força diante dos pedidos.
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Fonte de Pesquisa:
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