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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Ebôya

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Ebôya, eboia ou fava de iemanjá é uma comida ritual feito com fava cozido refogado com cebola, camarão, azeite de dendê ou azeite doce.
A mesma oferenda pode ser preparada com o milho branco na falta da fava, todavia recebe o nome de Dibô, possuindo o mesmo valor ritual.
 É uma comida oferecida especificamente ao orixá Iemanjá, podendo ser vista nos rituais de ori, bori e assentamento de cabeça, no sentido de dar equilíbrio espiritual.
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Fonte de Pesquisa:

Iemanjá ( Parte 9 )

Ficheiro:Oferenda para Yemanja.JPG
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Assentamentos de Yemanjá 
No candomblé do Ile Ase Ijino Ilu Orossi.
Créditos da Imagem : Toluaye - Wikimédia Commons
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Igba Yemanjá
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Igba yemanjá ou assentamento de yemanjá como é chamado popularmente pelo povo de santo, são construídos com materiais de porcelana, louça ou cristal, geralmente na cor branca, mas podendo ser de cores variadas dependendo da qualidade.
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Confecção
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Dentro de uma terrina de porcelana, louça ou cristal são dispostos vários apetrechos, são encontrados uma média de nove (9) ou dezesseis (16): búzio, pérola de agua doce e salgada, obis, fava de yemanjá aridan moedas de prata, confirmando sua ligação com o odu ossá, e o sagrado apetrecho mais importante de todos os orixás, o otá, tudo isso conservado com azeite doce, manteiga de karité chamado de ori ou limo da costa e mel de abelha.
A terrina é colocada no centro de uma bacia, também de porcelana, sobre dois (2) pratos que servirá de apoio e mais oito (8) devidamente equilibrados simbolizando os pontos cardeais e pontos colaterais, ornados com conchas e vários cristais que termina em pirâmides de seis lados e conservados em água dentro do vaso do mesmo material.
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Nota: Todos assentamentos "igba orixá", devem ser preparados e sacralizados em rituais próprios por Babalorixás ou Iyalorixas.
Na preparação de qualquer assentamento de orixá os rituais da sasanha, folha sagrada e água sagrada são imprescindíveis.
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Fonte de Pesquisa:

Iemanjá ( Parte 8 )

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Iemanjá no Xambá
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Yemanjá no Xambá - Seu nome Yèyé Omo Ejá significa mãe cujos filhos são peixes.
 É um orixá feminino das águas dos mares, oceanos ou do encontro do rios e mares.
Mãe da maioria dos orixás, representada como uma matrona de seios volumosos, símbolo de maternidade fecunda e nutritiva. É a dona dos oris (cabeças).
Na Nação Xambá no mês de dezembro oferecem flores brancas no mar, não se oferece panela para Yemanjá.
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As pessoas filhas desse orixá são voluntariosas, fortes, rigorosas e altivas.
mês dedicado a Yemanjá é maio.
dia da semana é o sábado.
cor da roupa azul claro com branco
guia de Miçangas transparentes.
Saudação: Odô Miô.
Ferramenta: abebé (lua e estrela).
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Fonte de Pesquisa:

Iemanjá ( Parte 7 )

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Iemanjá no Batuque
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Iemanjá no Batuque, divindade das águas salgadas, dos mares e oceanos, Orixá que gera o movimento das águas, Deusa da pérola.
Protetora dos pescadores e marinheiros. Senhora dos lares, que traz paz e harmonia para toda a família. Dona do pensamento, por isso é a ela que recorremos para solucionar problemas de depressão e de instabilidade emocional.
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As Qualidades de Yemanjá no Ijexá:
Olo-bomí - na África é mulher de Obatalá;
Bomi - ligada a Jobokun e Orunmilà;
Bocí - ligada a Obokun.
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As Qualidades de Yemanjá no Nagô:
Iyáogunté - ligada a Ogun Alagbede;
Iyásagbá - ligada a Oxalufã e Orunmilà;
Iyásesu - ligada a Olokun e Obaluayê;
Iyá Atará Mogbá - ligada ao rio;
Yeyemowo - da terras de Ifé ligada a Obatalá;
Iyámasémalé - das terras de Oyó ligada a Xangô;
Maiylewá - da terras de Ijexá, ligada a Ossain.
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As ervas de yemanjá são: rosa branca, palma, erva sta Lúzia e sta Bárbara, chapéu de couro, açucena, pata e unha de vaca, fruta da condessa, algas marinhas coco do iri, e outros mais.
Seu corte come, cabra, galinhas brancas, angola, pomba.
As comidas: canjica branca no dendê, arroz com mel, manjar, champanhe,vinho branco, peixe assado na folha de banana.
A maior quizila de yemanjá é a poeira e o sapo e seu feitiche é a pedra polida pelas águas; a sua saudação nos búzios "Eru Yá" quer dizer Salve sra. do cavalo marinho.
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Fonte de Pesquisa:

Iemanjá ( Parte 6 )

Ficheiro:Iemanja.JPG
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Estátua de Iemanjá
Créditos da Imagem :
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Iemanjá na Umabanda
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Mãe Iemanjá, Deusa das Águas e Rainha do Mar. Sincretizada com Nossa Senhora da Conceição. Iemanjá é o orixá feminino mais popular do Brasil, e um dos mais reverenciados, tida como mãe de vários orixás. Também conhecida como Janaína, Inaê, e Princesa de Aioká (como os negros bantos chamavam o fundo do mar). Formosa e vaidosa, a deusa de cabelos longos e perfumados, gosta de receber flores, água de cheiro, pente e espelho.
Poderosa e vasta como as águas oceânicas, Iemanjá é a dona das cabeças, por isso sua presença é fundamental na cerimônia do Bori no Candomblé.
É considerada a grande mãe, a energia feminina que gera e cuida dos seus filhos, também protege os lares e a família.
Na Umbanda, geralmente é representada na forma de uma sereia, onde é tida como a Sereia Rainha do Mar.
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Comemorações no Brasil
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Em São Paulo, a maior comemoração é no dia 8 de dezembro, na Praia Grande.
No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina a comemoração é no dia 2 de fevereiro, onde, Iemanjá é sincretizada com Nossa Senhora dos Navegantes.
As cerimônias são comumente feitas à beira-mar, no litoral gaúcho. Também ocorrem em rios, como em Porto Alegre (Rio Guaíba).
No Rio de Janeiro a festa de Iemanjá é comemorada nos dias 30 e 31 de dezembro, na manhã da véspera do Ano Novo para evitar um maior congestionamento nas praias e ruas.
As oferendas lançadas ao mar para a orixá contam de palmas e rosas nas cores branca e rosa, é seu dia e sábado.
No Ceará é comemorada no dia 15 de agosto, devido a mesma data ser dia de Nossa Senhora da Assunção padroeira da cidade de Fortaleza.
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Festa de Iemanjá em Teresina
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Na cidade de Teresina (Piauí)) um dos maiores centros de Umbanda, Encantaria e Terecô do Brasil, todos os anos, em fevereiro, vários fiéis ocupam o antigo cais do Rio Parnaíba no centro de Teresina, levando velas brancas e azuis, flores, água de cheiro e outros presentes para agradar Iemanjá, tida como a Mãe d'água (folclore) pelos cultos afro-brasileiros.
A deusa das águas também é homenageada às margens do Rio Poti, na zona nobre de Teresina.
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Histórias e Lendas
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Ao chegar ao Brasil, Iemanjá, passando a ser cultuada também na Umbanda, deixou de ter a imagem negra e africanizada do Candomblé, ganhando a simpatia popular com a imagem de uma linda e sedutora mulher branca de cabelos negros, lisos e compridos, olhos azuis, boca pequena com lábios de rubi, rosto rosado, seios volumosos, tendo as mãos abertas deixando cair pérolas sobre as águas.
Nas noites enluaradas, quando a superfície do mar calmo reflete os raios prateados, ela sai do seu reino encantado nas profundezas do oceano, e vem a flor da água entoar cantos maviosos e tristes que seduzem qualquer marinheiro desavisado.
Seus cabelos lisos e longos derramam-se sobre as ondas mansas e refulgentes, sendo penteados por uma falange de sereias.
 É o mar com seus mistérios e fascínios.
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Linha e Falanges
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O duplo gerante, que reflete o princípio que atua na natureza ou o eterno feminino, divindade da fecundação ou gestação.
Tem seu reino fundamentado no mar e como sincretização Maria, de onde vem a palavra "mar" e de onde emana a vida.
Tem como dirigentes as caboclas Iara, Indaiá, Iansã, Estrela do Mar, Sereia do Mar, Oxum e Nanã Buruquê, e como guardiã da esquerda a Pomba-Gira.
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Informações Litúrgicas
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Saudações: odoyá, odociaba, odo-fe-iabá, saravá sereia, auê!
Domínios: todas as águas, principalmente o mar.
Dias: segunda-feira na Umbanda e sábado no Candomblé.
Astro regente: Lua
Signo: câncer
Metal: prata
Pedra preciosa: água-marinha ou ágata
Flores: rosas brancas ou miosótis
Cores: branco na Umbanda e azul no Candomblé.
Comidas: manjar branco, peixe
Quizilas: poeira e sapo
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Fonte de Pesquisa:

Iemanjá (Parte 5 )

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Definições dos tipos de Iemanjá
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São 16 as qualidades, e por possuírem características tão próprias, há quem chegue a considerar que se trata de orixás individuais  (independentes) das outras qualidades.
Aqui, no entanto, e por não haver consenso quanto a esta questão, e muito estudo e pesquisa ser ainda necessário, vamos encarar como qualidades de um único orixá, tal como fazemos com todos os outros.
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Yemanjá Asdgba ou Soba: É a mais velha, manca de uma perna devido a uma luta com Exu, rabugenta, e feiticeira, fala de costas, gosta de fiar seu cristal.
Comanda as caçadas mais profundas do oceano, tem afinidade com Nanã.
Veste branco.
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Yemanjá Akurá: Vive nas espumas do mar, aparece vestida com lodo do mar e coberta de algas marinhas. Muito rica e pouco vaidosa.
Adora carneiro.
 Come com Nanã.
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Yemanjá Ataramaba: Nessa forma ela está no colo de seu pai Olokun.
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Yemanjá Ataramogba ou Iyáku: Vive na espuma da ressaca da maré.
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Yemanjá Ayio: Muito velha. Veste sete anáguas para se proteger.
 Vive no mar e descansa nas lagoas. Come com Oxum e Nanã.
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Yemanjá Iya Masemale ou Iamasse: É a mãe de Xangô e quem cuidou de Oxumarê.
Esposa de Oranian e muito festejada durante as festas consagradas a seu filho Xangô. As suas contas são branco leitosas, rajadas de vermelho e azul.
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Yemanjá Iyemoyo, Awoyó; Yemuo; Yá Ori ou Iemowo: É uma das mais velha, possui ligação com Oxalá, o seu fundamento está no ori, representa a vida, pode curar doenças da cabeça. Veste branco e cristal.
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Yemanjá Konla: O seu mito conta que ela afoga os pescadores.
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Yemanjá Maleleo ou Maiyelewo: Esta Yemanjá vive no meio do oceano no lugar onde se encontram as sete correntes oceânicas.
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Yemanjá Odo: Tem aproximação com Oxum, e vive na água doce sendo muito feminina e vaidosa.
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Yemanjá Ogunté: Considerada a nova guerreira, dona da espada, esposa de Ogum ferreiro (Alagbedé) e mãe de Ogum Akorô e Oxóssi. O seu nome significa aquela que contém Ogum.
Vive perto das praias, no encontro das águas com as pedras.
Traz na cintura um facão e todas as ferramentas de Ogum.
Veste branco; azul marinho, cristal, ou verde e branco.
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Yemanjá Olossá ou Bosá: Come com Oxum e Nanã. Veste verde-clara e suas contas são branco cristal.
É a Yemanjá mais velha da terra de Egbado.
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Yemanjá Oyo: Benéfica, muito feminina, saudada na cerimônia do Padê, veste de branco, rosa e azul claro.
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Yemanjá Saba: Fiadeira de algodão, foi esposa de Orunmilá.
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Yemanjá Yinaé ou Malelé: Aquela que os filhos sempre serão peixes. Também conhecida como Marabô, mora nas águas mais profundas. É a sereia, ligada à reprodução dos peixes; vem sempre a beira do mar apanhar as suas oferendas; está ligada a Oxalá e Exu.
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